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27 de janeiro de 2014

Oí Família C.F.,
Com as BÊNÇÃOS de DEUS, com a compreensão da FAMÍLIA e com a  paciência de VOCÊS internautas, neste SÁBADO, 25 DE JANEIRO DE 2.014, pontualmente as 10h e 30m, o COMPARTILHANDO FELICIDADE migrou para um futuro promissor de QUALIDADE ÍMPAR, em sua trajetória:

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Ary Menezes - Redator Chefe
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8 de outubro de 2013

Cervejaria paraense é eleita a melhor do ano

Ambiente da cervejaria na Estação das Docas, em Belém do Pará
Vem de Belém do Pará a cervejaria eleita como o destaque de 2013 na recém-publicada seleção de melhores do ano pela revista especializada "Prazeres da Mesa". A artesanal Amazon Beer é conhecida por incluir em suas receitas ingredientes tradicionais da região amazônica.



Entre as criações, estão a cerveja de bacuri --fruta amazônica que confere sabor adocicado à bebida-- e a intensa cerveja com açaí. Há ainda opções com cajá (fruta da região), priprioca (raiz típica do Norte, da qual se extrai perfumes aromatizantes) e cumaru, a "baunilha da Amazônia". 

Inaugurada em 2000, a cervejaria funciona na Estação das Docas, complexo turístico e gastronômico no porto da cidade. Em São Paulo, a marca é distribuída pela Award (tel. 0/xx/11/2268-4203).

[Folha]

Belém, década de 1980: Gemini Entrada

Há muitas histórias para se contar, não só a do Gemini drive in, um empreendimento de Camilo Porto de Oliveira; mas a da fábrica Gelar, das lanchonetes Boss, da boite Papa Jimi, do JB, da Casa Navio, do Pagode Chinês, do Lapinha, do Benzinho, do Bar São Jorge (o da Condor), do Ao Galo de Ouro, do Xodó, do Corujão, do Bar do Parque, da Ressaca…e por aí vai.

Walter Bandeira de Guilherme Coutinho - A Curtição


23 de setembro de 2013

Restaurante do Pará recebe prêmio no Oscar da gastronomia

Foi realizada ontem a entrega do primeiro prêmio regional dos 50 melhores restaurantes da América Latina eleitos pela revista britânica "Restaurant". 

Até a conclusão desta edição, apenas 25 restaurantes haviam sido anunciados, no Country Club Lima Hotel, em Lima, capital do Peru. 

O Remanso do Bosque, dos irmãos Thiago e Felipe Castanho, em Belém (PA), surpreendeu ao receber o primeiro prêmio especial da noite. 

Foi eleito o restaurante com maior potencial para subir na lista nos próximos anos. Pouco depois, a casa foi classificada em 38º lugar no ranking dos melhores. 

"Não esperava, não tinha entendido. É um prêmio de potencial para entrar na lista mundial", comemorou Thiago Castanho. 

Outros três brasileiros foram anunciados entre os 25: o Attimo, do chef Jefferson Rueda, em São Paulo, em 32º; o Olympe, de Claude e Thomas Troisgros, no Rio de Janeiro, em 35º; e o Epice, de Alberto Landgraf, em São Paulo, em 41º. 

Como já havia sido anunciado no último dia 19, a chef Helena Rizzo, do restaurante Maní, em São Paulo, recebeu o prêmio de melhor chef mulher da América Latina. 

O país líder no ranking até a conclusão desta edição era a Argentina com 12 restaurantes na lista. Os melhores colocados foram o Oviedo (em 27º lugar) e o Chila, ambos em Buenos Aires (em 28º). 

"Sensacional a participação da Argentina", disse Alex Atala à Folha. O chef também estava concorrendo ao prêmio com o paulistano D.O.M. 

Depois da Argentina, o México foi o país mais premiado entre os 25 últimos colocados, com seis casas, como o Mero Toro, da Cidade do México (26º), o Corazón de Tierra, de Valle de Guadalupe, e o Casa Oaxaca Hotel, de Oaxaca (34º). 

Também figuraram na lista, até a conclusão desta edição, o venezuelano Alto, de Caracas (25º); o uruguaio La Bourgogne, de Punta Del Este (42º); o colombiano El Cielo, de Bogotá (47º) e o chileno Osaka, de Santiago (48º). 

JÚRI
A lista é feita a partir dos votos de 252 membros de um júri latino-americano de especialistas (chefs, restaurateurs, jornalistas, críticos de gastronomia e formadores de opinião na área). 

Cada um dos jurados escolhe sete restaurantes visitados por eles nos últimos 18 meses, sendo que pelo menos três votos devem ir para estabelecimentos fora de seus países de origem.

[Folha]

O Pará deve entrar na rota de três companhias aéreas internacionais

O Pará deve entrar na rota de vôos internacionais das companhias aéreas TAM, TAP e Avianca. A informação é do secretário de Turismo do Pará, Adenauer Góes, que na última quinta-feira, dia 5, esteve reunido com dirigentes dessas companhias em São Paulo, no estande do Pará que integra a Feira de Turismo das Américas – Abav, maior evento de promoção e comercialização de produtos turísticos da América Latina, iniciado no último dia 4 e que segue até domingo, dia 8, no Anhembi.

“O vôo da TAM que ligará Belém a Miami já está consolidado e começa dia 15 de dezembro. Tivemos uma reunião de trabalho onde traçamos algumas estratégias de marketing para garantir a ocupação desses vôos e vamos somar esforços para que traga bons resultados para o fluxo turístico entre o Pará e os Estados Unidos, envolvendo também outras demandas turísticas a partir dessa conexão direta com a Amazônia”. Afirma Adenauer, que no início da tarde também esteve reunido com o vice-presidente Comercial e de Marketing da companhia Avianc, Tarcísio Gargioni e com a presidente da Companhia Paraense de Turismo (Paratur), Socorro Costa.

Gargioni, que é um defensor da regionalização dos serviços de aviação, afirmou que a Avianca busca uma nova rota e que tem preferência, no Brasil, pela Região Norte, e visualiza o Pará nesse contexto, levando em consideração que hoje cerca de 100 milhões de passageiros são transportados por ano e que o Brasil é o terceiro maior mercado do mundo, depois de EUA e China.
Adenauer Góes (Setur) e Socorro Costa (Paratur) em
reunião  com representantes da TAP sobre o vôo Lisboa-Belém
Portugal - Com a consolidação do vôo Miami-Belém, da TAM e as grandes possibilidades da entrada da Aviança pelo Pará na Amazônia, o Governo do Estado, iniciativa privada e sociedade civil organizada agora concentram esforços para tornar realidade um grande sonho, retomar um vôo direto entre Lisboa (Pt) e Belém (PA). Com esse objetivo cerca de 30 representantes da Secretaria de Estado de Turismo do Pará (Setur), Companhia Paraense de Turismo (Paratur), Associação Brasileira de Agências de Viagens (ABAV), Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH) estiveram também reunidos, na tarde da última quinta-feira, dia 5, no estande do Pará na Feira de Turismo das Américas, com dirigentes da TAP na Europa. A reunião, coordenada por Adenauer Góes, titular da Setur, e Socorro Costa, presidente da Paratur, contou com a presença de Vitória William, da TAP da Alemanha, Paula Canada e Rui Lemos, da TAP de Portugal e Araci Coimbra, da TAP na Itália, juntamente Mário de Carvalho, diretor da TAP no Brasil e Luiz Mór, vice presidente Executivo da TAP. Também participaram da reunião representantes da Master, operadora que já trabalha pacotes turísticos que ligam o Pará à países europeus, principalmente Portugal.

Na ocasião Adenauer Góes e Socorro Costa apresentaram um vídeo institucional de promoção do destino Pará em que a cantora Fafá de Belém apresenta os valores do turismo paraense, marcado pela originalidade, criatividade, autenticidade, sustentabilidade e diversidade. Cultura, natureza, sol e praia, eventos e negócios são os segmentos mais fortes no Pará, considerado a Obra-Prima da Amazônia e que tem na gastronomia, artesanato, o no Círio de Nazaré alguns dos seus mais importantes apelos turísticos.

“A reunião, que teve como surpresa aos nossos convidados portugueses a participação da cantora Fafá de Belém, foi muito produtiva e nossas expectativas aumentam ainda mais no sentido de termos o vôo direto da Europa para a Amazônia, saindo de Manaus ou preferencialmente do Pará”. Concluiu Adenauer Góes.

Tanto os dirigentes da TAP na Alemanha e na Itália quanto Mário de Carvalho, diretor da TAP no Brasil e Luiz Mór, vice presidente Executivo da TAP deixaram a reunião muito satisfeitos com a apresentação e acreditam que há grandes possibilidades da TAP entrar nesse mercado do Norte do Brasil.

Após a reunião os portugueses foram brindados com uma degustação de comidas típicas do Pará e um show especial da cantora Fafá de Belém, que em seu repertório cantou hinos inspirados em Nossa Senhora de Nazaré e no Círio, carimbó e também fados, que a consagraram em Portugal e na Europa.
Durante show no palco do MTUR Fafá divulgou Belém, o Pará,
o Círio  de Nossa Senhora de Nazaré e convidou os participantes
da ABAV  para  visitar o Pará

“Convido a cada um de vocês para ir a Belém no segundo domingo de outubro. Ela vais estar lá, Nazinha, Nazica, Nazaré”. Disse Fafá, convidando as agentes de viagens, operadores e outros que prestigiaram seu show no palco do Ministério do Turismo a conhecer o Pará no próximo mês, quando Belém deve receber cerca de 75 mil turistas e mais de 2 milhões de romeiros para o Círio, maior evento turístico religioso do Brasil.

PROMOÇÃO - A participação do Pará na ABAV 2013 - 41ª. Feira de Turismo das Américas, que começou no último dia 4, no Anhembi, segue até domingo dia 8. Além da exposição de jóias, apresentação de danças típicas e mostra gastronômica o estande do Governo do Estado recebe cerca de 50 profissionais de vários segmentos do turismo paraense que somam com a equipe de marketing da Paratur estratégias de promoção, divulgação e comercialização de produtos das seis regiões turísticas: Belém, Marajó, Tapajós, Amazônia Atlântica, Araguaia Tocantins e Xingu.

Estande do Pará é um dos mais atraentes da Feira das Américas,
com exposição de jóias, material promocional de qualidade e uma
especializada equipe de marketing defendendo o slogan
 Pará: A Obra-Prima da Amazônia
Socorro Costa, presidente da Paratur, afirma que esta é uma das mais fortes participações do Pará no calendário de feiras nacionais em 2013. “Esta união de esforços entre empresários, Governo do Estado e as entidades, entre elas a ABAV, nos coloca em posição privilegiada na captação de turistas ao Pará”. Garante Socorro, ao afirmar que nos três primeiros dias da feira já foram firmados muitos acordos também com agentes de viagens, operadores e veículos de comunicação especializados em turismo tendo o Pará como roteiro.
 
[Turismoparaense]

3 de julho de 2013

Paraenses aproveitam a natureza e a tranquilidade na Ilha do Combu


Da Ilha do Combu, é possível avistar quase toda a orla da capital paraense (Foto: Ingrid Bico/G1)
Da Ilha do Combu, é possível avistar parte da orla da capital paraense (Foto: Ingrid Bico/G1)
 
Aproveitar um dia de sol com a família ou com os amigos na Ilha do Combu é um dos programas tradicionais entre os paraenses que vivem em Belém, especialmente durante o mês de julho, quando são registradas as temperaturas mais altas na capital. Graças à proximidade, o acesso ao local tem um preço acessível e é bastante simples – basta atravessar o rio Guamá.
 
Acesso aos restaurantes é feito de barco, que aportam em pequenos trapiches (Foto: Ingrid Bico/G1) A travessia de Belém para o Combu dura em média 15 minutos, e é feita por embarcações que saem de um pequeno porto na praça Princesa Isabel, no bairro da Condor, em Belém. Aos finais de semanas, é possível ver a movimentação de crianças, jovens e adultos - às vezes famílias inteiras - aguardando a hora de embarcar.

O acesso à praça pode ser feito de táxi ou de ônibus. Quem optar por ir de carro particular pode deixar o veículo em um dos pontos de estacionamento disponíveis no entorno da praça.

Alguns estacionamentos demarcados na rua, apesar de não pertencerem a nenhuma empresa terceirizada, cobram R$ 10 pela diária.
 
Lazer
No Combu, além dos restaurantes, os visitantes também podem aproveitar a visita para tomar um banho de rio e apreciar a natureza. Com uma infraestrutura simples e confortável, alguns estabelecimentos têm atividades de lazer, como parquinhos para as crianças e trilhas ecológicas para quem quiser se aventurar ilha adentro. A atividade é feita sem acompanhamento de um guia, mas o visitante é orientado a respeitar a sinalização indicativa dos limites da trilha.

Área de lazer tem bastante espaço para as crianças brincarem à sombra (Foto: Ingrid Bico/G1)
Área de lazer tem bastante espaço para as crianças brincarem à sombra (Foto: Ingrid Bico/G1)
 
Dentre as várias opções de restaurante disponíveis na ilha, os mais tradicionais são a "Saldosa Maloca", "Combu da Amazônia", também conhecida como antiga B&B, e a "Maloca do Pedro". Em julho, os dois primeiros funcionam de sexta-feira a domingo, de 10h às 18h. A "Maloca do Pedro" geralmente abre aos sábados e domingos, mas é importante ligar com pelo menos um dia de antecedência para confirmar o horário de funcionamento. Também é possível fazer reserva de mesas.

Infográfico Ilha do Combu (Foto: Nathiel Moraes/G1)

Especialista quando o assunto é a vida na ilha, a administradora Prazeres Quaresma dos Santos, mais conhecida como dona "Neneca", lembra com carinho da época em que começou a trabalhar no restaurante da família: a "Saldosa Maloca". "Comecei aqui ainda muito novinha, atendendo as mesas, servindo as pessoas. Depois fui agregando responsabilidades, e atualmente gerencio todo o restaurante", conta. Atualmente dona Neneca ainda mora no Combu, junto com os pais e alguns familiares. No mês de julho, o local chega a atender 700 pessoas a cada final de semana.

A “Saldosa” já funciona há mais de 30 anos no Combu. Sobre a grafia do nome, dona Neneca conta que foi um equívoco que acabou se tornando a marca registrada do restaurante. “Meu pai e meu tio mandaram fazer a placa para pendurar na entrada, mas o rapaz que estava pintando escreveu errado. Aí foi ficando para arrumar depois, outro dia, e ninguém nunca consertou. Agora, todo mundo já se acostumou”, explica.

Gastronomia
Nos restaurantes da Ilha do Combu, o cardápio é bastante variado. Os pratos com peixes típicos da região, como o filhote e a pescada amarela, estão entre os mais pedidos pelos clientes. O açaí, produzido na própria ilha, também está entre os destaques da culinária local.


Uma refeição completa para duas pessoas pode sair entre R$ 35 e R$45, dependendo do prato escolhido. Além das opções de peixe, também existem pratos com carne bovina, frango e frutos do mar, incluindo caranguejo toc-toc.  Uma porção com dois caranguejos, acompanhados por vinagrete e farofa, custa em torno de R$ 12. Uma tigela de açaí, que tem aproximadamente 300ml, custa em média R$ 8,50, mas é preciso consultar a disponibilidade do local. A maioria dos restaurantes aceita cartões de crédito, mas levar o dinheiro em mãos pode ser uma opção mais precavida.

Entre os pratos servidos nos restaurantes está a pescada amarela à milanesa, com arroz de jambu (Foto: Ingrid Bico/G1)
Entre os pratos servidos nos restaurantes está a pescada amarela à milanesa com arroz de jambu (Foto: Ingrid Bico/G1)
 
Visitantes
Para a designer Tuane Costa, paraense de 24 anos, o passeio para o Combu é sempre muito divertido, e principalmente: uma opção que não é apenas para turistas. “Sempre que chega alguém de fora (da capital) eu indico ou levo, claro. Mas acho que lá não é apenas um lugar para turistas, pelo contrário! Acho que é um lugar nosso, e deve ser explorado por todos os paraenses! É muito a nossa cara”, avalia.


A designer Tuane Costa costuma ir à ilha duas vezes por mês (Foto: Ingrid Bico/G1)
A designer Tuane Costa costuma ir à ilha duas
vezes por mês (Foto: Ingrid Bico/G1)
Desde 2007, quando foi pela primeira vez para a ilha, Tuane garante que costuma atravessar o rio uma ou duas vezes por mês para curtir o passeio com os amigos e a família. “A primeira vez que eu fui, em 2007, nem sabia do que se tratava... E fui surprendida! Não tinha noção do tamanho da estrutura do lugar. Desde então me apaixonei e passei a ir sempre”, conta.

Segundo ela, o passeio tem um ar nostálgico, quase como se, durante a travessia do rio, um filme passasse diante dos olhos do visitante. “A forma com que tudo acontece, desde a viagem no barquinho ‘popopo’ (expressão referente ao barulho que faz o motor do barco), passando pelos ribeirinhos... A gente vê uma realidade completamente diferente da nossa, e a apenas alguns minutos da cidade. Isso tudo me agrada muito”, confessa.

[Globo]

30 de junho de 2013

Renomados músicos do Trio Guarneri em única apresentação, em Belém

Neste domingo (30), no Arte Doce Hall, em Belém, será realizado um concerto com o renomado Trio Guarneri, de Praga, formado pelos músicos checos Čeněk Pavlík (violino), Marek Jerie (violoncelo) e Iván Klanský (piano).

Formado em 1986, o grupo traz no nome uma homenagem à família de luthiers, italianos dos séculos XVII e XVIII, especialmente o célebre Guarneri del Gesù, marcas de violinos reverenciadas pela resistência e beleza sonora, considerados superiores aos legendários Stradivarius.

Os três integrantes do Trio Guarneri são músicos da mais elevada qualidade técnica. O conjunto tem em seu currículo apresentações nas mais prestigiadas salas de concerto de toda a Europa, como turnês por países da América do Norte, América do Sul, Ásia e Austrália, além da presença nos mais importantes festivais internacionais de música.

Sua extensa discografia inclui, entre inúmeras outras gravações, as integrais dos piano trios de Beethoven, Mendelssohn, Shostakovich, Schubert, Mozart, Brahms e Dvorák.

Serviço
Concerto do Trio Guarneri, neste domingo, 30, às 20h, na Sala Augusto Meira Filho / Arte Doce Hall, na Avenida Magalhães Barata, 1022 – São Brás. Informações: (91) 3347-0505. Entrada franca.

[Globo]

Em Belém, Sebrae realiza semana do microempreendedor individual

O Serviço Brasileiro de apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) irá dar início à 5ª Semana do Empreendedor Individual na próxima segunda-feira (1º), em Belém, com uma ampla programação que inclui oficinas e palestras. As atividades serão direcionadas a empreendedores individuais, pessoa física com ou sem atividade econômica e com perfil potencial para formalização, além de beneficiários do Programa Bolsa Família que estão desenvolvendo atividade econômica formalizada ou não.

Além de levar os serviços de orientação e capacitação empresarial aos empreendedores já formalizados, a iniciativa busca incentivar a formalização de novos empreendedores. Quem se registra como Empreendedor Individual torna-se, na prática, um empresário, com direito a CNPJ, emissão de nota fiscal e cobertura previdenciária.

De acordo com o Sebrae, o Pará possui atualmente cerca de 82 mil  empreendedores individuais que começaram a ser formalizados em fevereiro de 2010. O número ainda é considerado pouco expressivo ao considerar que existem 900 mil empreendimentos informais em funcionamento no estado, segundo a Pesquisa Economia Urbana Informal (ECINF), realizada pelo IBGE em 2003.

Programação
Os atendimentos ao público serão realizados na Praça da Bandeira, na capital paraense, e nos 11 escritórios regionais do Sebrae, onde também serão feitos atendimentos a quem deseja também soluções específicas de orientação e oficinas de capacitação sobre Gestão de Negócios, além da formalização.


Para participar das oficinas e palestras, basta chegar ao local e efetuar sua inscrição até 30 minutos antes do início das atividades. Para a 5ª Semana do Empreendedor, a meta é atender 1.846 novos empreendedores e contribuir, dessa forma, para o alcance de 10% da meta anual da instituição, que é de 18.464 micro e pequenos empreendedores.

Durante as ações, o Sebrae no Pará conta com a parceria de bancos, que serão responsáveis pelas informações sobre crédito, Secretarias de Finanças, da Fazenda, Receita Federal e  INSS. Também serão envolvidos cerca de 40 técnicos do Serviço que farão o atendimento ao público e esclarecer as dúvidas dos empreendedores. O evento também pretende divulgar os serviços financeiros específicos dirigidos ao Microempreendedor Individual, bem como orientar melhores práticas para manutenção da adimplência destes.

Serviço:  5ª Semana do Microempreendedor Individual, a partir da próxima segunda-feira (1º) até o dia 6 de julho, na Praça da Bandeira, em Belém. Mais informações no site do Sebrae ou pelo telefone 0800 570 0800.

[Globo]

31 de janeiro de 2013

Hotel do Farol é uma viagem no tempo

Quando o ônibus me deixou no Chapéu Virado e me vi sozinho arrastando a mochila pela orla ensolarada e deserta, me senti num filme. Num primeiro momento, de aventura, por desbravar um lugar desconhecido e paradisíaco. Mas quando percebi que teria de caminhar por 2 km sob um sol escaldante, sem nenhum táxi ou viva alma por perto, vi que poderia virar um filme de terror. Felizmente não.

Cheguei perto do meio-dia, o que agravava a situação. Mas a sucessão de paisagens é tão incrível que você vai pulando de sombra em sombra meio hipnotizado. Quando vi, já tava entrando pelo estacionamento do hotel. A pé.

O Hotel do Farol fica na ponta da ilha, posição estratégica para receber brisa o dia todo, por todos os lados.  Os quartos da construção original são mais baratos pois são antigos, mas têm uma visão privilegiada. Alguns têm banheiro coletivo, o que não seria um problema já que estava sozinho no hotel, mas como o piso passava por reformas, fui para a torre externa.

A história do hotel é bem romântica. Zacharias Mártyres, advogado estabelecido casou-se com uma mulher bem mais jovem e para preservá-la, mudou-se para a ilha, onde todos os dias ela o levava ao porto para trabalhar em Belém –ainda não havia a ponte. Com a morte de Zacharias, dona Adelaide de Almeida construiu o hotel na propriedade do casal, realizando um antigo sonho do marido.

Em frente ao hotel fica uma pequena ilha conhecida como Ilha dos Amores. Toda de pedras, até tentei visitá-la durante a maré baixa, mas ela não é lá muito friendly. Desisti.

O café da manhã, incluído na diária (que vai de R$ 80 a R$ 160) é como aquele servido na casa de uma tia caprichosa. Tem ovos mexidos, frutas, café coado e o melhor: a tapioquinha de Mosqueiro, macia e enroladinha. Tudo tão caseirinho!

Passei boa parte do dia de bobeira na faixa de praia na frente do hotel. Fazia tempo que eu não ficava tanto tempo enfiado na água. Talvez pelo calor ou mais ainda por ser água doce. Mar é lindo, mas me dá coceira, prefiro praia de rio.

À noite o jantar no hotel foi outra cena: sozinho no salão, pedi a Refeição Caseira (R$ 25): filhote empanado servido com vinagrete, arroz, feijão e farofinha de suruí. Queria eu um caseirinho assim todo dia lá em casa! Uma delícia.

Um passeio pela sala de jantar reservada lá estava o casal na parede: seu Zacharias e dona Adelaide. Não sei se gostei mais do piso, do mobiliário ou da comida. Acho que gostei mesmo é de estar ali sozinho, sem gente por perto gritando. Idade é foda.

No final da tarde, o acesso fica turbulento à Ilha dos Amores. Venta muito, é quase dramático.

Mas o amanhecer foi lindo. E eu curti essa vista sentado na mureta do meu quarto, sentindo a brisa fresca enquanto o sol subia devagarinho. Uma viagem.

Hotel do Farolmapinha aqui Praça Princesa Izabel, 3295 – Mosqueiro/PA – Tel.: 00/xx/91/3771-1219

[Globo]

26 de janeiro de 2013

Monitoramento ambiental no Pará será mais detalhado

Novas tecnologias incorporadas ao sistema de monitoramento ambiental do Pará vão fornecer dados mais precisos para o combate à degradação do meio ambiente no estado. De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente do Pará (Sema), além dos novos equipamentos, técnicos geógrafos, engenheiros ambientais, florestais, agrônomos, dentre outras especialidades, estão qualificados para realizar análises a partir do geoprocessamento de dados, como o sensoriamento remoto.

De acordo com a Sema, o geoprocessamento utiliza várias técnicas que permitem a obtenção de informações geográficas específicas sobre certas localizações. A partir de mapas e imagens de satélite, é possível determinar a extensão de uma determinada área, se há a realização de queimadas ou desmatamentos, por exemplo. Em locais de difícil acesso, a geotecnologia permite que seja traçado um panorama sobre a situação da área, incluindo um mapeamento do local.

O monitoramento da atividade carvoeira é um dos principais pontos a ser analisado de forma mais detalhada, segundo o gerente de monitoramento ambiental da Sema, Rodolfo Gadelha. “O monitoramento se estende também a desmatamentos e a planos de manejo florestal, que a partir deste ano serão verificados em duas etapas: por sensoriamento remoto, através da detecção de exploração florestal seletiva, e por meio da movimentação dos créditos virtuais no Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais (Sisflora)”, explica.

A Sema informou que, além do desmatamento e da exploração seletiva, outras mudanças atividades causadas por atividades econômicas também serão monitoradas. Órgãos do estado ligados aos setores de licenciamento ambiental também terão acesso aos dados.
 
Prevenção
Os mecanismos utilizados para realizar a previsão e monitoramento do tempo no Pará também foram reforçados. Programas que permitem o acompanhamento das condições atmosféricas em tempo real já são utilizados por especialistas da Secretaria de Meio Ambiente do Estado (Sema).

De acordo com o coordenador de informação e planejamento hídrico da Sema, Antonio Sousa, as informações mais precisas e em tempo real do nível dos rios, servirão como suporte para a Defesa Civil do Pará, por exemplo, para alertar a população sobre as cheias. “A previsão de tempo com antecedência vai permitir também a antecipação de medidas de defesa a condições extremas, principalmente nas questões pontuais de alagamentos na Região Metropolitana de Belém”, prevê.

[Globo]

12 de janeiro de 2013

MPF quer que menores de seis anos cursem ensino fundamental no Pará

O Ministério Público Federal do Pará (MPF) enviou à Justiça um pedido para que crianças menores de 6 anos possam ser matriculadas no ensino fundamental. A medida seria válida desde que comprovada a capacidade da criança, a partir de uma avaliação de uma equipe pedagógica especializada. De acordo com a atual norma vigente, do Conselho Nacional de Educação (CNE), crianças que não tenham completado seis anos até 31 de março do ano letivo não podem ser matriculadas no ensino fundamental.

Segundo a ação, assinada pelo procurador Alan Mansur, se a criança tem capacidade comprovada para ingressar no ensino fundamental, deve ter o direito de se matricular. “A idade mínima estabelecida pelo Ministério da Educação vale sim, como um parâmetro de avaliação para escolas públicas e privadas, mas não pode impedir o acesso de crianças quando comprovada, em avaliação individual psicopedagógica, que não haverá qualquer prejuízo o acesso para criança de idade diferenciada, mas que já esteja apta a cursar as séries respectivas”, diz.

De acordo com o MPF, caso seja acatada pela Justiça, a decisão vai afetar escolas particulares e públicas do Pará. A autorização para a matrícula de crianças menores de 6 anos no ensino fundamental, entretanto, só poderá ser dada depois de comprovada a capacidade intelectual das mesmas. A realização da avaliação será responsabilidade de cada instituição de ensino.

A ação foi ajuizada no dia 17 de dezembro de 2012, e segundo o MPF, até esta quarta-feira (9), ainda não havia um posicionamento judicial a respeito do pedido.

Colégios em Belém fazem "testes de sondagem"
Apesar do pedido do MPF à Justiça ter sido feito apenas recentemente, algumas escolas de Belém já realizam alguns procedimentos pedagógicos de avaliação antes de efetuar a matrícula dos alunos.

Em uma destas escolas, um colégio particular localizado na avenida Nazaré, em Belém, os alunos que ingressam no primeiro ano da educação fundamental são submetidos a uma entrevista antes da efetivação da matrícula. Os pais também participam do encontro. "Este momento funciona como o primeiro contato do aluno com o colégio. Esta avaliação vai observar comportamento do aluno, esclarecer dúvidas dos pais sobre sistema pedagógico, avaliações, horários, enfim, sobre a rotina da escola", explica uma das responsáveis pela inscrição de novos alunos, Eliana Pinheiro.

Segundo Eliana, para o ensino fundamental, o colégio aceita alunos dentro da faixa etária recomendada pelo CNE, que é de 6 anos completos até março do ano letivo. "Se o aluno estiver fora desta faixa etária, fazemos a inscrição dentro da faixa etária praticada no colégio. Porém, nos casos de crianças mais novas, se os pais julgarem adequado podem solicitar um teste de nivelamento, que é feito com o aval da direção. Se o aluno tiver resultados satisfatórios, então autorizamos a matrícula, mesmo que ele não tenha 6 anos", explica.

[Globo]

Novas obras irão integrar acervo artístico de museus do Pará


Esculturas que irão integrar acervo do Museu de Arte Sacra são imagens de Nossa Senhora da Conceição e Nossa Senhora do Rosário, ambas do século XVIII. (Foto: Divulgação/Agência Pará)
Esculturas que irão integrar acervo do Museu de Arte Sacra são imagens de Nossa Senhora da Conceição e Nossa Senhora do Rosário, ambas do século XVIII. (Foto: Divulgação/Agência Pará)
 
A Secretaria de Estado de Cultura (Secult) incorpora ao acervo do Museu de Arte Sacra (MAS) duas esculturas barrocas do século XVIII, além de uma gravura, que vai para o Museu Histórico do Estado do Pará (MHEP). A entrega das obras de arte ocorre no próximo dia 12, após ato litúrgico na Igreja de Santo Alexandre, em Belém, em programação que contará com as presenças do governador Simão Jatene e do prefeito da capital, Zenaldo Coutinho.

As esculturas são duas imagens, de Nossa Senhora da Conceição e Nossa Senhora do Rosário. Além delas, será apresentada uma gravura do pintor italiano Guiseppe Leone Righini, recém-adquirida pelo Sistema Integrado de Memoriais e Museus (SIM) da Secult. A obra será apresentada na Galeria Fidanza, ao lado da Igreja de Santo Alexandre.

“É uma imagem panorâmica da cidade, uma iconografia rara adquirida em Londres, apesar de ter sido feita em Belém por um artista italiano que morou a vida toda aqui. Cerca de 200 anos depois, ela é recuperada e volta ao Estado para integrar o acervo do MHEP”, diz o diretor do museu, Sérgio Melo. “As imagens sacras são peças únicas, com características de um período muito especial, que vão enriquecer o acervo do Museu de Arte Sacra, que já é bastante rico”, continua.

[Globo]