3 de julho de 2013

Apple pede registro para marca iWatch no Japão

A Apple apresentou um pedido para registrar a marca "iWatch" no Japão, disse nesta segunda-feira um oficial de patentes, sinalizando que a empresa do iPhone avança no plano de lançar um dispositivo em formato de relógio à medida que as fabricantes de gadgets voltam a atenção para os computadores vestíveis.
 
Submetido em 3 de junho ao Escritório de Patentes do Japão e disponibilizado para consulta no site no dia 27 do mesmo mês, o pedido de registro de marca seria válido para computadores, computadores periféricos e relógios de pulso, disse o funcionário. Ele acrescentou que o tempo necessário para o processo era indefinido.

Dispositivos vestíveis são considerados um nicho em potencial num momento em que smartphones como o iPhone e o Galaxy, da Samsung, estão perdendo a habilidade de impressionar consumidores e investidores.

A Samsung, que ultrapassou a Apple como maior fabricante de smartphones do mundo, também trabalha em um dispositivo vestível semelhante a um relógio de pulso, contou uma fonte com conhecimento do assunto.

O New York Times informou em fevereiro que a Apple estava experimentando um modelo com design semelhante ao de um relógio, feito com vidro curvo e construído sobre a mesma plataforma iOS do iPhone e iPad.

[Info]

OLED? 4K? Ou ambos?




Confirmando o que até agora eram apenas boatos, a Samsung anunciou nesta quinta-feira o lançamento em julho – por enquanto apenas na Coreia – do seu primeiro televisor com tela curva. Não é mera coincidência que o modelo da LG tenha chegado às lojas do país este mês. Os dois utilizam displays OLED do mesmo tamanho (55 polegadas) e têm especificações semelhantes, embora a Samsung informe que o seu oferece o recurso multiview – duas pessoas podem assistir ao mesmo tempo, só que cada uma vê uma imagem diferente (precisam de fone, porque não há como separar o som).

Tudo isso quer dizer que a “briga” entre os dois fabricantes coreanos segue a todo vapor. Ambas também já lançaram por lá modelos OLED convencionais, também de 55″, até agora com vendas modestas. O preço final é equivalente a US$ 9.000. Mas sites de tecnologia coreanos especulam que a Samsung não está investindo como se esperava na promoção da tecnologia OLED, preferindo centrar foco nos TVs 4K. No mesmo evento em que foi apresentado o “Timeless Arena” – apelido do OLED curvo -, a empresa mostrou seus dois novos UHD, de 65″ e 55″ (foto). Os preços estão na faixa de US$ 7.900 e US$ 5.670, respectivamente. Ambos vêm fazer companhia ao gigante de 85″, lançado no mês passado e que no Brasil pode ser encomendado por singelos R$ 100.000 (nos EUA, US$ 40.000).

Vamos ver agora a reação da LG.

[Orlandobarrozo]

Paraenses aproveitam a natureza e a tranquilidade na Ilha do Combu


Da Ilha do Combu, é possível avistar quase toda a orla da capital paraense (Foto: Ingrid Bico/G1)
Da Ilha do Combu, é possível avistar parte da orla da capital paraense (Foto: Ingrid Bico/G1)
 
Aproveitar um dia de sol com a família ou com os amigos na Ilha do Combu é um dos programas tradicionais entre os paraenses que vivem em Belém, especialmente durante o mês de julho, quando são registradas as temperaturas mais altas na capital. Graças à proximidade, o acesso ao local tem um preço acessível e é bastante simples – basta atravessar o rio Guamá.
 
Acesso aos restaurantes é feito de barco, que aportam em pequenos trapiches (Foto: Ingrid Bico/G1) A travessia de Belém para o Combu dura em média 15 minutos, e é feita por embarcações que saem de um pequeno porto na praça Princesa Isabel, no bairro da Condor, em Belém. Aos finais de semanas, é possível ver a movimentação de crianças, jovens e adultos - às vezes famílias inteiras - aguardando a hora de embarcar.

O acesso à praça pode ser feito de táxi ou de ônibus. Quem optar por ir de carro particular pode deixar o veículo em um dos pontos de estacionamento disponíveis no entorno da praça.

Alguns estacionamentos demarcados na rua, apesar de não pertencerem a nenhuma empresa terceirizada, cobram R$ 10 pela diária.
 
Lazer
No Combu, além dos restaurantes, os visitantes também podem aproveitar a visita para tomar um banho de rio e apreciar a natureza. Com uma infraestrutura simples e confortável, alguns estabelecimentos têm atividades de lazer, como parquinhos para as crianças e trilhas ecológicas para quem quiser se aventurar ilha adentro. A atividade é feita sem acompanhamento de um guia, mas o visitante é orientado a respeitar a sinalização indicativa dos limites da trilha.

Área de lazer tem bastante espaço para as crianças brincarem à sombra (Foto: Ingrid Bico/G1)
Área de lazer tem bastante espaço para as crianças brincarem à sombra (Foto: Ingrid Bico/G1)
 
Dentre as várias opções de restaurante disponíveis na ilha, os mais tradicionais são a "Saldosa Maloca", "Combu da Amazônia", também conhecida como antiga B&B, e a "Maloca do Pedro". Em julho, os dois primeiros funcionam de sexta-feira a domingo, de 10h às 18h. A "Maloca do Pedro" geralmente abre aos sábados e domingos, mas é importante ligar com pelo menos um dia de antecedência para confirmar o horário de funcionamento. Também é possível fazer reserva de mesas.

Infográfico Ilha do Combu (Foto: Nathiel Moraes/G1)

Especialista quando o assunto é a vida na ilha, a administradora Prazeres Quaresma dos Santos, mais conhecida como dona "Neneca", lembra com carinho da época em que começou a trabalhar no restaurante da família: a "Saldosa Maloca". "Comecei aqui ainda muito novinha, atendendo as mesas, servindo as pessoas. Depois fui agregando responsabilidades, e atualmente gerencio todo o restaurante", conta. Atualmente dona Neneca ainda mora no Combu, junto com os pais e alguns familiares. No mês de julho, o local chega a atender 700 pessoas a cada final de semana.

A “Saldosa” já funciona há mais de 30 anos no Combu. Sobre a grafia do nome, dona Neneca conta que foi um equívoco que acabou se tornando a marca registrada do restaurante. “Meu pai e meu tio mandaram fazer a placa para pendurar na entrada, mas o rapaz que estava pintando escreveu errado. Aí foi ficando para arrumar depois, outro dia, e ninguém nunca consertou. Agora, todo mundo já se acostumou”, explica.

Gastronomia
Nos restaurantes da Ilha do Combu, o cardápio é bastante variado. Os pratos com peixes típicos da região, como o filhote e a pescada amarela, estão entre os mais pedidos pelos clientes. O açaí, produzido na própria ilha, também está entre os destaques da culinária local.


Uma refeição completa para duas pessoas pode sair entre R$ 35 e R$45, dependendo do prato escolhido. Além das opções de peixe, também existem pratos com carne bovina, frango e frutos do mar, incluindo caranguejo toc-toc.  Uma porção com dois caranguejos, acompanhados por vinagrete e farofa, custa em torno de R$ 12. Uma tigela de açaí, que tem aproximadamente 300ml, custa em média R$ 8,50, mas é preciso consultar a disponibilidade do local. A maioria dos restaurantes aceita cartões de crédito, mas levar o dinheiro em mãos pode ser uma opção mais precavida.

Entre os pratos servidos nos restaurantes está a pescada amarela à milanesa, com arroz de jambu (Foto: Ingrid Bico/G1)
Entre os pratos servidos nos restaurantes está a pescada amarela à milanesa com arroz de jambu (Foto: Ingrid Bico/G1)
 
Visitantes
Para a designer Tuane Costa, paraense de 24 anos, o passeio para o Combu é sempre muito divertido, e principalmente: uma opção que não é apenas para turistas. “Sempre que chega alguém de fora (da capital) eu indico ou levo, claro. Mas acho que lá não é apenas um lugar para turistas, pelo contrário! Acho que é um lugar nosso, e deve ser explorado por todos os paraenses! É muito a nossa cara”, avalia.


A designer Tuane Costa costuma ir à ilha duas vezes por mês (Foto: Ingrid Bico/G1)
A designer Tuane Costa costuma ir à ilha duas
vezes por mês (Foto: Ingrid Bico/G1)
Desde 2007, quando foi pela primeira vez para a ilha, Tuane garante que costuma atravessar o rio uma ou duas vezes por mês para curtir o passeio com os amigos e a família. “A primeira vez que eu fui, em 2007, nem sabia do que se tratava... E fui surprendida! Não tinha noção do tamanho da estrutura do lugar. Desde então me apaixonei e passei a ir sempre”, conta.

Segundo ela, o passeio tem um ar nostálgico, quase como se, durante a travessia do rio, um filme passasse diante dos olhos do visitante. “A forma com que tudo acontece, desde a viagem no barquinho ‘popopo’ (expressão referente ao barulho que faz o motor do barco), passando pelos ribeirinhos... A gente vê uma realidade completamente diferente da nossa, e a apenas alguns minutos da cidade. Isso tudo me agrada muito”, confessa.

[Globo]

2 de julho de 2013

Novo iPhone de baixo custo deve chegar em setembro pela metade do preço

O iPhone "baratinho" parece estar cada vez mais próximo. De acordo com o analista Gene Munster, a Apple deve lançar o novo smartphone em setembro com preço aproximado de US$ 300 (cerca de R$ 600). Feito de plástico, o novo dispositivo custaria metade do preço cobrado pelo iPhone 5, que atualmente custa US$ 649 (R$ 1300).

Vazam na internet imagem do suposto iPhone de baixo custo nas cores amarelo, vermelho e verde (Foto: Reprodução/Weiphone)
Vazam na internet imagem do suposto iPhone de baixo custo nas cores amarelo, vermelho e verde (Foto: Reprodução/Weiphone)

Rumores recentes afirmaram ainda que o iPhone de baixo custo será disponibilizado com cores mais chamativas do que as tradicionais. O site chinês "Weiphone" divulgou neste último sábado (29) uma imagem com três diferentes carcaças deste suposto produto com as cores verde, vermelho e amarelo.

Os pontos de fixação da placa-mãe que vazou em meados de junho e das imagens recentes se igualam perfeitamente (Foto: Reprodução/NoWhereElse)
Os pontos de fixação da placa-mãe que vazou em meados de junho e das imagens recentes se igualam perfeitamente (Foto: Reprodução/NoWhereElse)

A veracidade da imagem ainda precisa ser comprovada. No entanto, ao compararmos as carcaças da foto com as imagens da suposta placa-mãe vazada em junho, podemos perceber que todos os pontos de fixação se igualam perfeitamente.

[Techtudo]

Rodrigo Maranhão - Minha Namorada


Roberto Menescal - Rio


Vamos rir um pouco...


Filmes ainda no cinema podem chegar a locadoras virtuais

Django
A Sony e a Disney estão usando a Coréia do Sul para estudar um modelo de negócios em que filmes que ainda estão nos cinemas chegam a locadoras virtuais, para serem assistidos sob demanda de cada usuário.

O teste incluiu o novo título de Quentin Tarantino, Django Livre (com Leonardo DiCaprio, Cristoph Waltz e Jamie Foxx no papel princpal), que estreou online após apenas 3 semanas de exibição nos cinemas locais, em abril deste ano. Alguns filmes da Disney, como a animação Valente, chegaram à internet quatro semanas após a estréia nos cinemas coreanos. Vale lembrar que a Coréia do Sul é hoje o oitavo maior mercado de filmes do mundo.

Segundo o The Wall Street Journal, executivos de outros grandes estúdios de Hollywood disseram que estão acompanhando de perto os testes da Sony e da Disney e que podem fazer o mesmo em breve. Nos EUA, no entanto, a resistência a esse tipo de iniciativa é grande, já que as empresas temem que as pessoas prefiram esperar o filme chegar às suas casas do que ir ao cinema.

Embora as duas empresas tenham se recusado a discutir os resultados dos seus testes, uma empresa sul coreana de vídeos sob demanda afirmou que filmes “super premium”, como são chamados estes que chegam enquanto ainda estão nos cinemas, tiveram um faturamento 30% maior em relação a outros títulos. Não se sabe, porém, qual foi o resultado no cinema.

[Planetech]

Dica: como atingir o palco sonoro com suas caixas acústicas

Som_Maior
A busca pelo palco sonoro, a ilusão de estar de frente para o palco de uma casa de espetáculos, passa por equipamentos de boa performance, geometria da sala e o correto posicionamento das caixas acústicas no ambiente.

O palco traduz uma sensação de tridimensionalidade com largura, altura e profundidade. No caso da largura, comece afastando as caixas frontais uma da outra, porém cuidado com distâncias superiores a 2m5 e o risco de perder o efeito estéreo.

Para o ganho na altura do palco é essencial que o tweeter esteja na mesma altura dos ouvidos de quando você estiver sentado, fazendo parecer que o vocalista está em pé a sua frente, e não sentado (ou deitado).

Já a profundidade se dá ao aproximar as caixas esquerda e direita, ou voltá-las ligeiramente para dentro, em direção à posição de audição, ajuste conhecido como toe-in.
É bom lembrar que o palco pode ser prejudicado se as caixas estiverem próximas das paredes laterais: os graves ficam mais acentuados devido ao ganho adicional de alguns decibéis causados pelas reflexões prematuras das ondas sonoras.

Em nossa sala, por exemplo, resolvemos esse problema ao distanciar as caixas a 1m das paredes. E você: já conseguiu obter o desejado palco sonoro com as suas caixas?

[Planetech]

Vídeo: testamos TV 3D de 65″ com tecnologia especial de LEDs

XBR 65
Há centenas de televisores à venda no mercado, sendo a maioria do tipo LED-LCD. É verdade que muitos são parecidos tanto em recursos quanto em desempenho, porém o modelo avaliado neste mês por nossa equipe é especial. O XBR-65HX955 é um dos raros LED-LCDs com backlight de tecnologia Local-dimming, em que os diodos de luz estão distribuídos em toda a parte traseira da tela para serem regulados pontualmente em áreas escuras e claras da imagem.

O resultado é um evidente ganho em contraste e uniformidade de brilho, muito superior ao do backlight Edge-lit de quase todos os LED-LCDs atuais, cujos diodos estão apenas nas laterais da tela. Por outro lado, uma iluminação difusa mais forte, e desnecessária, no contorno das imagens é inerente à tecnologia Local-dimming. Esse efeito conhecido como blooming é perceptível ao redor de caracteres ou legendas com fundo escuro, o que restringe o ângulo de visão.

Embora tenha sido lançado no final de 2012, o XBR 65”, por enquanto, está abaixo apenas do XBR 84” com resolução 4K – top de linha – e continuará em linha até outubro, segundo a empresa. Se você procura um Smart TV 3D com tecnologia avançada capaz de entregar ótima qualidade de imagem confira esse vídeo.



[Techtudo]