2 de julho de 2010

Mini Cooper é reestilizado em linha 2011


Todos os modelos da marca recebem novo visual e ganham novo motor a diesel


A Mini atualizou toda sua linha, que começa a chegar às revendas da montadora na Inglaterra a partir de setembro. Mini Cooper, Clubman, Cooper conversível e até mesmo o esportivo John Cooper Works foram reestilizados. Chama a atenção o desenho dos novos para-choques do compacto, com direito a entradas de ar cromadas no Mini Cooper tanto na frente como na traseira.

O desenho tornou o carro mais atraente e também foi adotado na versão esportiva John Cooper Works, que passa a ter carroceria e rodas de cor preta, com teto e retrovisores em um chamativo tom de vermelho como opção. Já a versão Clubman não adotou o cromado para ao acabamento dos para-choques.

Além disso, o carro ganhou novos faróis com xenônio como opcional e lanternas com iluminação por meio de leds. A gama de cores também foi revista e se destaca um novo tom de laranja metálico. Para o mercado europeu há também novidades nas motorizações do compacto.

O motor a diesel, antes produzido pela PSA (Peugeot-Citroën), passa a ser da própria BMW e com duas versões disponíveis: uma de 90 cavalos e outra de 112 cv, com um consumo médio de até 26,3 km/l, com uma emissão de CO2 em 99 g/km. Este mesmo propulsor passa a estar disponível para o Mini Cooper conversível e também para o One, modelo mais básico da linha na Europa.

[Globo]

Minicarro inglês poderá ser feito no Brasil




Projetista Gordon Murray estará no país no mês que vem para conversar sobre o assunto


O pequeno modelo urbano T.25, projetado Gordon Murray, pai do McLaren F1 e que já trabalhou em várias equipes de Fórmula 1, acaba de ser mostrado oficialmente na Inglaterra e poderá ser fabricado no Brasil. Isso porque o projetista estará no país no mês que vem para definir sua possível produção para o Mercosul. Depois de ficar famoso por seus supercarros, Murray resolveu fazer algo para minimizar os problemas do trânsito nas grandes cidades.

O T.25 foi mostrado em Oxford (Inglaterra), com seus apenas 2,4 metros de comprimento (19 centímetros a menos que um Smart), mas capaz de levar até três ocupantes acomodados da mesma maneira que o célebre McLaren F1.Por causa das suas dimensões compactas é possível estacionar três carrinhos T.25 na perpendicular onde caberia apenas um carro normal estacionado em paralelo.


O carro inglês vem com motor 0,6, de três cilindros, de 51 cavalos, acoplado ao câmbio automático de cinco marchas. Com essa potência pode atingir 143 km/h em tem consumo prometido de incríveis 26,1 km/l. Vem de série com airbags, controle de estabilidade e freios ABS. Mas seu preço para o consumidor ainda não foi informado.


Um dos aspectos mais importantes do T25 é que pode ser montado em qualquer linha de produção com investimentos bem mais baixos do que o comum. Um dos pontos que levam a isso fica por conta da carroceria, com várias partes de plástico que dispensam pintura. O empresário brasileiro Eike Batista - o oitavo homem mais rico do mundo - vai se reunir no mês que vem com Gordon Muray para analizar a possibilidade de montar o T.25 no Brasil. A informação foi feita pelo jornal O Globo e foram reproduzidas pela revista Car and Driver.

Segundo Murray, os investimentos necessários para fabricar o T.25 ficam em torno de 10% a 15% do que é utilizado para fazer um carro convencional."Uma fábrica para produzir 100 mil unidades por ano, com todo o ferramental necessário e com pessoal treinado não demandaria mais do que US$ 200 milhões, disse Murray. A título de comparação, a fábrica da Ford em Camaçari (BA), para produzir 250 mil unidades por ano, precisou de US$ 1,2 bilhão, ou seja, seis vezes mais.

[Globo]

SleepBox- Aeroporto Charles de Gaulle em Paris‏



Trata-se, como o nome indica, de uma pequena caixa de 2m x 1,40m x 2,30m para dormir com conforto e segurança. Oferece momentos de sono tranquilo e descanso numa cidade, sem perda de tempo à procura de um hotel. Foi idealizada para estar presente em estações de trem, aeroportos, locais públicos centrais, entre outros locais onde possa haver aglomerações de pessoas exaustas. Em países com um clima temperado a Sleepbox poderá ser utilizada também nas ruas.

Graças à Sleepbox qualquer pessoa tem a oportunidade de passar a noite em segurança e de forma barata, em caso de emergência. O espaço móvel inclui uma cama e está equipado com um sistema de mudança automática de lençóis, sistema de ventilação, alerta sonoro, televisão LCD incorporada, WiFi, plataforma para um computador portátil e fones recarregáveis. Debaixo do chão há ainda um espaço para as malas. O pagamento pode ser feito em terminais partilhados, que dão ao cliente uma chave eletrônica, sendo possível comprar desde 15 minutos até várias horas.

[Lab092]

Até o final do ano, Globo quer ter sinal digital cobrindo metade da população brasileira

A cobertura do sinal digital da TV também cresce na rede, destaca Fernando Bittencourt. Até o final do ano, aproximadamente 50 emissoras serão digitais, cobrindo mais da metade da população brasileira. Além disso, algumas cidades, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, recebem gap fillers para garantir a presença do sinal em regiões de sombra. Os gap fillers, vale lembrar, são transmissores de baixa potência que transmitem no mesmo canal do sinal principal da emissora, apenas para preencher áreas específicas de sombra. "Copacabana nunca recebeu sinal de TV aberta, mesmo analógica. Agora já recebe da TV digital", disse Fernando Bittencourt, diretor de tecnologia da emissora, em evento em que a Globo apresentou as tendências tecnológicas que estão entre suas prioridades.

Satélite

A Globo também anunciou que algumas de suas afiliadas começam a disponibilizar conteúdo em alta definição no satélite para os receptores de TV digital rural. A primeira é a gaúcha RBS. A TV digital rural é o modelo de recepção por satélite desenvolvido pela Globo em parceria com a Nagra para permitir que apenas as antenas parabólicas situadas em zona rural recebam o sinal digital do satélite. Em outras áreas o telespectador precisa de um receptor de TV terrestre para receber o sinal digital da Globo. Segundo Bittencourt, no caso das áreas rurais situadas em área de cobertura das afiliadas que disponibilizam o sinal no satélite, o equipamento automaticamente bloqueia o sinal nacional da Globo e libera somente o sinal regional.

Conteúdos em HD

Questionado sobre quanto tempo levará para a Globo ter todo o seu sinal gerado em alta definição, Bittencourt afirmou que não se trata de uma prioridade. O conteúdo do horário nobre deve ser todo em HD até o fim deste ano, sendo que a próxima novela das sete já será produzida no formato. No restante do espaço da grade, Bittencourt diz que depende da atualização dos equipamentos. "Tudo o que é comprado agora é HD", garantiu. "Mas não dá para precisar quanto tempo levará para migrar todo o parque de equipamentos", disse.

A Globo já conta com uma unidade móvel em HD e faz a conversão de uma unidade. Além disso, o helicóptero que gera imagens aéreas também já conta com câmeras HD.

Reenquadramento

Na captação dos jogos de futebol, a Globo vinha usando uma câmera exclusiva para o sinal em alta definição. Trata-se da câmera um, que capta a imagem mais aberta do campo. Com isso, é possível fazer o enquadramento mais adequado à tela SD e à tela HD (16:9). No futuro, diz Bittencourt, a emissora deve manter o uso de duas câmeras, mas uma para o HD/SD e outra apenas para dispositivos portáteis. Este modelo de captação está sendo feito pela Fifa na Copa do Mundo.

[Telaviva]

Miniaturas homenageiam clássicos do cinema







Saiba quanto custa cada um destes pequenos notáveis


Para os fãs de automóveis, o sucesso de um filme não depende apenas de bons atores, um enredo envolvente e uma produção impecável. É preciso também inserir na história um carro clássico. De preferência, em cenas de ação, nas quais o veículo é o protagonista, e o ator, um mero coadjuvante.

As miniaturas de carros são uma boa opção de compra para esses fãs. As peças reproduzem de forma tão fiel os originais que ninguém precisará mais ficar voltando o DVD para apreciar os detalhes do carro. Autoesporte listou algumas miniaturas que relembram sucessos das telonas e das pistas.


[Globo]

Andy Williams & Tom Jobim - Girl From Ipanema

1 de julho de 2010

Andy Williams - Love Story

Motorola lança novo smartphone Android para concorrer com iPhone


Ao contrário do aparelho da Apple, Droid X permite uso do Flash, da Adobe.

Telefone chega às prateleiras dos EUA no dia 15 de julho, por US$ 199,99.

A operadora norte-americana Verizon Wireless planeja começar no mês que vem as vendas do novo smartphone da Motorola com o sistema operacional Android do Google, o Droid X.

A medida está alinhada com a estratégia das companhias para o concorrido mercado de smartphones, dominado por RIM, fabricante do BlackBerry, e Apple, que lança o iPhone 4 esta semana.

Segundo a Verizon, maior operadora de telefonia móvel dos Estados Unidos, o Droid X chega às prateleiras em 15 de julho a US$ 199,99, preço que inclui um desconto de US$ 100 para consumidores que assinarem um contrato de 2 anos com a operadora.

Droid X pode se conectar com até cinco outros aparelhos através de rede WiFi

O aparelho conta com uma tela de 4,3 polegadas e câmera de 8 megapixels, de acordo com a Verizon, que hoje depende dos smartphones Android da Motorola como sua principal arma para concorrer com a operadora AT&T, que tem contrato de exclusividade para o iPhone.

Diferentemente do iPhone, o Droid X permite o uso do software Adobe Flash. O aparelho também pode se conectar com até cinco outros aparelhos através de rede WiFi.

O sistema operacional para smartphones Android, do Google, vem ganhando força na concorrência com o iPhone no último ano. Segundo o chefe de engenharia da gigante de Internet, Andy Rubin, durante o lançamento do Droid X, cerca de 160 mil smartphones Android são vendidos todos os dias.

[Globo]

Estoque do iPhone 4 termina em poucas horas no Japão


Operadora não revelou quantidade de aparelhos vendidos.

Centenas de japoneses passaram a noite em filas para comprar o iPhone 4.

O estoque iPhone 4 se esgotou nesta quinta-feira (24) nas lojas do Japão poucas horas depois que o aparelho foi colocado à venda. Centenas de pessoas esperaram por horas em longas filas para comprar o aparelho.

O cobiçado iPhone 4, com um novo design e mais funções, só chegou às mãos de poucos através de algumas lojas de produtos eletrônicos, nas lojas japonesas da Apple e lojas da operadora exclusiva do aparelho, a Softbank.

Cerca de 300 pessoas esperaram a abertura da principal loja da Softbank, no bairro de Omotesando, em Tóquio. Alguns passaram a noite na fila para estar entre os primeiros a ter a nova geração do iPhone.

A Softbank, que não revelou o número de unidades colocadas à venda nesta quinta, começou a receber pedidos antecipados no último dia 15, mas três dias depois o serviço foi suspenso porque as encomendas excederam muito as projeções da companhia, informou a operadora.

O presidente da Softbank, Masayoshi San, afirmou que acredita que o novo telefone da Apple contribuirá para aumentar o número de clientes da companhia, que cresceu sobretudo graças à contribuição das versões anteriores do iPhone.

Muitos dos que esperavam hoje em filas de Tóquio eram donos de versões antigas do telefone da Apple, e esperavam para substituí-lo pela quarta geração, que inclui duas câmeras e tem uma maior resolução de tela.

No Japão, o iPhone 4 será vendido a 46 mil ienes (416 euros) com memória de 16 GB e a 57,6 mil ienes (520 euros) em sua versão de 32 GB.

[Globo]

Conheça o jogo de guerra que não tem tiros


Game ensina língua e cultura dos países invadidos a soldados norte-americanos


A empresa de softwares Alelo desenvolveu para o exército dos Estados Unidos um game que ajuda seus soldados a compreenderem a língua, a comunicação visual e informações culturais e geográficas nos países em que eles servirão. Chamado Tactical Language Series, o jogo ensina os militares a lidar com os nativos de maneira cuidadosa e respeitosa, para evitar conflitos desnecessários com eles.

Os soldados já aprendem os costumes e nuances do povo afegão e iraquiano antes mesmo de ir a campo, por exemplo. O jogo simula vários diálogos e problemas que devem ser resolvidos entre os militares e civis dos países invadidos, em conversas no estilo do popular jogo The Sims. O jogador pode selecionar opções de falas que alteram o comportamento do cidadão virtual, aprende a pronunciar uma série de frases em idiomas estrangeiros e deve interpretar o significado de movimentos faciais e gestos com as mãos dos nativos – que são diferentes do que eles estão acostumados no Ocidente. Tudo isso sem dar um tiro sequer, já que o jogo não permite essa opção.

“Em pouco tempo, o militar passa do velho “mãos para cima!” para uma compreensão completa de que a cultura está intrinsecamente conectada à linguagem e que as frases não são suficientes para obter um compromisso destas pessoas. Para se comunicar, é preciso saber algo delas”, afirmou o alemão Michael Shaughnessy, especializado em aprendizado de linguagem assistida por computador e representações visuais de cultura ao site

[Globo]