28 de abril de 2012

As 7 maravilhas épicas dos mundos de fantasia

A Muralha Norte - Game of Thrones

Argonath - Os Pilares dos Reis - O Senhor dos Anéis

Castelo de Hogwarts - Harry Potter

As Cachoeiras de Naboo - Star Wars

O Templo de Pandora - God of War

As Cachoeiras de Pandora - Avatar

A sétima? Essa fica com vocês...

Qual é a sétima maravilha épica dos mundos de fantasia? Escreva nos comentários!

Pedalar é excelente atividade para emagrecer


Andar de bicicleta é um exercício aeróbico potente, que leva à perda média de 700 calorias por hora, quantidade maior que a atingida com caminhada, natação e dança. Por isso, é uma boa opção de atividade física para quem quer emagrecer. Até porque, ao mesmo tempo em que elimina quilos, tonifica os músculos das pernas e do abdômen. Além disso, pode ser praticada na rua ou na academia. As diferenças entre as modalidades outdoor e indoor começam pelo gasto de energia, 50% maior ao ar livre, segundo uma pesquisa da Universidade do Estado de Santa Catarina.

Na rua, há mais obstáculos, como trânsito, poluição, buracos, lombadas, subidas e descidas, que podem causar quedas, escoriações, fraturas e luxações. "Mas essas dificuldades é que motivam muita gente. Além disso, o vento no rosto e o contato com a natureza dão uma sensação muito gostosa de liberdade", diz o personal trainer Eduardo Colmanetti.  

Se for pedalar ao ar livre, o melhor é andar de bike em grupo, o que está se tornando cada vez mais comum. "Com outras pessoas, a atividade torna-se mais segura e prazerosa", afirma o especialista. Fazer amigos e trocar informações sobre percursos, cuidados mecânicos e alimentação são outras vantagens. Para encontrar um bom time, procure a associação de ciclistas da sua cidade.

Colmanetti ressalta que, quando alguém decide se aventurar sozinho de bicicleta pelas ruas, deve ser o mais auto-suficiente possível. "Caso aconteça algum acidente, a pessoa precisa saber resolver problemas simples, como um pneu furado", alerta. Cuidado com o trânsito e o uso de equipamentos de segurança também são essenciais.  

Mas para garantir que a prática seja segura e bem sucedida é preciso ter um equipamento adequado. O ideal para andar em lugares montanhosos ou terrenos mistos (terra e asfalto) é uma mountain bike. Aliás, dependendo do estado das ruas do seu bairro, elas continuam sendo uma boa opção na cidade. Para asfalto, o modelo mais recomendado é o speed. Essas bicicletas são leves e rápidas, mas não são muito confortáveis e exigem bastante do corpo. Por isso, costumam ser mais usadas por atletas.

Já a modalidade indoor é mais simples e acessível. Com riscos controlados, quem tem receio de cair pode se concentrar melhor no trabalho corporal. Como na ergométrica a carga é controlada de acordo com os objetivos de cada um, aqueles que não possuem um preparo físico muito bom também saem ganhando porque podem pegar mais leve ou mais pesado conforme seu cansaço.

Além disso, na maioria das academias de ginástica, há a opção da bicicleta horizontal para quem não se sente confortável em uma com selim. O equipamento possui um banco com encosto e permite que a pessoa fique sentada da mesma forma que em uma cadeira.  

Independente de ser indoor ou outdoor, andar de bicicleta faz bem para a saúde, além de para a boa forma. Entre os benefícios físicos e mentais estão melhora da circulação e do funcionamento do intestino, controle do colesterol, redução dos riscos trazidos pelo diabetes, aumento da qualidade do sono, alívio da depressão e diminuição do estresse e da ansiedade. Nos dois casos, ressalta Colmanetti, é importante fazer um check-up antes de começar a atividade e, quando já estiver praticando, fazer breves alongamentos antes e depois, mantendo cada postura por 30 segundos.

E, para descobrir qual modalidade mais combina com você ou com o momento que está vivendo, o personal trainer recomenda testar cada uma. "Todas as atividades físicas são benéficas ao nosso corpo. O que precisamos é experimentá-las para encontrar a que mais gostamos", aconselha.

[Minhavida]

Conexão Wi-Fi Direct ganha espaço no Brasil


As possibilidades que a tecnologia de comunicação sem fio trouxe inicialmente a computadores e notebooks estão se incorporando a vários outros aparelhos. TVs, players Blu-ray, sistemas de home theater, consoles de videogames, media centers... todos já podem funcionar em redes domésticas, via conexão Wi-Fi embutida no próprio aparelho ou com conector externo.

A mais recente inovação nessa área atende pelo nome de Wi-Di (Wi-Fi Direct). Desenvolvido pela Intel, esse padrão de comunicação permite que dois aparelhos se comuniquem entre si, mesmo sendo de marcas diferentes, sem necessidade de uma rede no local. Os primeiros produtos com certificação Wi-Di surgiram no ano passado, caso de TVs Sony e LG. Recentemente, a Samsung também adotou essa tecnologia que, entre outras vantagens, permite maior velocidade na transmissão dos dados do que a tradicional Bluetooth.

Quase todos os TVs top de linha das principais marcas comercializadas no Brasil já adotam a conexão Wi-Fi. Com isso, o consumidor consegue transferir para a tela do TV qualquer conteúdo que esteja armazenado em outro aparelho da casa, como computador, media center ou até o celular. O mesmo vale para os consoles de videogame de alta definição, como o novo PlayStation Vita, cujo conteúdo também pode ser compartilhado em redes Wi-Fi.

No segmento de áudio, essa tecnologia começa agora a ser mais utilizada. Sistemas de home theater de marcas como Samsung, Sony e LG permitem a reprodução de som pelas caixas acústicas traseiras sem necessidade de fios - o sinal é captado por sensores. Recentemente, a Harman do Brasil lançou uma caixa acústica do tipo soundbar que vem acompanhado de um subwoofer sem fio, permitindo ampliar o impacto dos graves na sala.

A disseminação das redes sem fio é um fenômeno mundial, conforme mostra um estudo divulgado recentemente nos EUA pela consultoria Strategic Analytics. O relatório estima que, em 2016, quase 900 milhões de residências (cerca de 50% do total) terão algum dispositivo com Wi-Fi. No Brasil, hoje, pouco mais de 20% da população usam esse recurso em algum eletrônico.

[HT]

TP Vision estreia no Brasil com planos de liderança


A união entre a holandesa Philips e a chinesa TPV começou oficialmente este mês e deve levar às lojas brasileiras seus primeiros produtos em junho. Em evento na semana passada, executivos da TP Vision - joint-venture que tem 70% de participação da TPV (também dona da marca AOC) e 30% da Philips - anunciaram o lançamento de 25 modelos ao longo deste ano.

"Todos da TP Vision dormem e acordam pensando apenas nos TVs", resumiu Nelson Carneiro, presidente da TP Vision no Brasil. "A meta é nos consolidarmos entre as três maiores empresas de TVs do mundo". Para esse objetivo, o grupo Philips, que já foi líder do segmento no país, decidiu explorar a força de sua marca, só que não mais como fabricante. Para isso, irá usar a estrutura da TPV, hoje o terceiro maior fabricante de displays do planeta. "Uniremos o melhor de cada uma das empresas para crescer de forma rentável e fortalecer a marca Philips", prometeu Carneiro. "Melhorando o processo na cadeia de suprimentos, seremos competitivos com os principais players do mercado."

A estratégia faz parte de um plano mundial, que coloca o Brasil como a maior prioridade do grupo. Também na semana passada, o presidente mundial da TP Vision, Maarten De Vries, confirmou que o plano é, de fato, brigar com as atuais líderes de mercado, as coreanas LG e Samsung. Com esse objetivo, foi mantida a estrutura de desenvolvimento de produtos da Philips, com quatro centros de inovação (inclusive um no Brasil), e o grupo decidiu aumentar os investimentos no setor. Segundo Carneiro, o objetivo é aumentar a escala para reduzir os custos com a logística de produção. "Mas a qualidade dos produtos é intocável, isso está muito claro para nós."

Um dos motivos da prioridade dada ao Brasil é o enorme potencial de consumo da classe C. Segundo Alexandre Escorel, diretor de marketing da TP Vision, embora o Brasil tenha 96% de penetração de TVs, apenas 17,5% são de modelos de LCD, LED ou plasma. "A classe C vai representar 40% de todo o PIB até 2020. Há muito televisor de tubo para ser trocado, e acreditamos que a penetração dos modelos de tela fina nos próximos três anos saltará para 46%", diz Escorel.

Pelos dados da Eletros, em 2011 foram vendidos no país cerca de 12 milhões de TVs, sendo 59% LCDs e 40% LEDs. Em 2012, já no primeiro trimestre as lojas venderam mais aparelhos LEDs.

[Planetech]

26 de abril de 2012

Problemas no chip 4G podem adiar lançamento do iPhone 5 para outubro


Devido a um problema com o abastecimento de chips do modelo 28 nanômetros da Qualcomm, o iPhone 5 pode chegar só em outubro. A previsão inicial era que o novo smartphone da Apple pudesse ser lançado no meio do ano, mas ao que tudo indica o aparelho só deve estrear no mercado mesmo no último trimestre.

A informação - que pode ser um boato - foi divulgada nesta quinta-feira (19) em uma nota oficial da empresa de investimentos financeiros Piper Jaffray. O comunicado revela que a Apple não abre mão do novo e moderno chip da Qualcomm para habilitar a compatibilidade LTE do iPhone 5. Por outro lado, a situação não é fácil de ser resolvida.

Segundo a agência de notícias Reuters, a empresa responsável pela fabricação dos chips não pode atender às demandas devido a algumas “restrições de produção”. Um dos representantes da Qualcomm, Bill Keitel, inclusive, revelou que a demanda pela sua tecnologia superou a disponibilidade dos chips.

Por este motivo, a empresa decidiu gastar mais dinheiro para tentar atender aos pedidos da Apple. Segundo ele, dezenas de milhões de dólares estão sendo gastos neste processo. Resta saber, no entanto, se isso será o bastante.

Enquanto isso, a concorrente Samsung, com o Galaxy SIII, segue a todo vapor para lançarem seus novos smartphones antes do iPhone 5 e tentarem dominar o mercado antes mesmo do telefone da Apple chegar às lojas.

[Techtudo]